Cerca de cinco mil polícias manifestaram-se
na passada 5ª feira em Lisboa para exigirem actualizações salariais e
protestarem contra a falta de efectivos e de investimento nas forças e serviços
de segurança. Barreiras de segurança cederam no momento de maior tensão.
Viveram-se momentos de tensão,
quando alguns agentes forçaram a subida da escadaria da AR e derrubaram as
grades de protecção. Ainda conseguiram subir uns degraus, mas nesta luta de
polícias contra polícias prevaleceu a ordem dos que usavam farda e estavam de
serviço. A maior parte do tempo da manifestação foi um jogo do empurra, com
avanços e recuos dos polícias manifestantes e dos policias que tentam conter a
barreira que separa os colegas das escadas da Assembleia.
Uma vergonha, o que se viu e ouviu. Eis um (mau) exemplo do que por lá aconteceu.

Serviços essenciais não devem fazer greve.
ResponderEliminarPolícias que deram um mau exemplo com atos violentos? Esses devem ser despedidos.
Deveria ser proibida a greve nos serviços essenciais. Não se admite que se ponha em causa a saúde, a educação, entre outros.
EliminarO Bolsonaro acabaria com isto
ResponderEliminarNem chegava a começar, digo eu.
EliminarHá-de haver na vida de qq polícia um momento em que a função e o desejo estão visceralmente em oposição.
ResponderEliminarCumpre-se o dever?
Ou... da-se uma reviravolta no sistema!
Há-de haver mas não pode haver. É essa a grande diferença.
EliminarA sua última frase, Observador, resume muito bem, tudo o que também penso...
ResponderEliminarNão fizeram nada, por manter o respeito, por eles mesmos...
Beijinho
Ana
Houve tudo menos respeito. O que é feio, muito feio.
EliminarBeijinho
Lembra-se dos secos e molhados da greve nos anos oitenta, António?
ResponderEliminarFoi tema de chacota na Queima das Fitas na época.
Aquele abraço
Lembro perfeitamente.
EliminarUm abraço
O que penso que está espelhado nas tuas últimas palavras.
ResponderEliminarBeijocas e um bom dia
Anotado.
EliminarBom dia, beijocas.