terça-feira, 30 de outubro de 2018

O jogo do empurra dos polícias contra polícias junto à Assembleia

Cerca de cinco mil polícias manifestaram-se na passada 5ª feira em Lisboa para exigirem actualizações salariais e protestarem contra a falta de efectivos e de investimento nas forças e serviços de segurança. Barreiras de segurança cederam no momento de maior tensão.
Viveram-se momentos de tensão, quando alguns agentes forçaram a subida da escadaria da AR e derrubaram as grades de protecção. Ainda conseguiram subir uns degraus, mas nesta luta de polícias contra polícias prevaleceu a ordem dos que usavam farda e estavam de serviço. A maior parte do tempo da manifestação foi um jogo do empurra, com avanços e recuos dos polícias manifestantes e dos policias que tentam conter a barreira que separa os colegas das escadas da Assembleia.

Uma vergonha, o que se viu e ouviu. Eis um (mau) exemplo do que por lá aconteceu.


12 comentários:

  1. Serviços essenciais não devem fazer greve.
    Polícias que deram um mau exemplo com atos violentos? Esses devem ser despedidos.

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    1. Deveria ser proibida a greve nos serviços essenciais. Não se admite que se ponha em causa a saúde, a educação, entre outros.

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  2. Há-de haver na vida de qq polícia um momento em que a função e o desejo estão visceralmente em oposição.
    Cumpre-se o dever?
    Ou... da-se uma reviravolta no sistema!

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    1. Há-de haver mas não pode haver. É essa a grande diferença.

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  3. A sua última frase, Observador, resume muito bem, tudo o que também penso...
    Não fizeram nada, por manter o respeito, por eles mesmos...
    Beijinho
    Ana

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    1. Houve tudo menos respeito. O que é feio, muito feio.
      Beijinho

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  4. Lembra-se dos secos e molhados da greve nos anos oitenta, António?
    Foi tema de chacota na Queima das Fitas na época.
    Aquele abraço

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  5. O que penso que está espelhado nas tuas últimas palavras.

    Beijocas e um bom dia

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